Não sou triste muito menos sou só. De vez em quando ensombreço, por que existe o dia e a noite. Viver só em um ou em outro seria enlouquecedor, e eu tenho séria tendência nesse aspecto. Por isso eu me dobro pra re/aparecer de todos os lados possíveis do origami, e pra mim não existe não, impossível. Existe, eu até me sopro, mas admitir que é o lindo eu não quero nem vou. Quero borboletear. Até quando der e quando for.
Mas ele sabe que é nas duas velas que eu pouso, e até acendo se eu quiser ler. O mar não tem cabelos, mas em cima dele tem xampú.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Lucas
Do alto da idéia me vêm essa porra idéia
sim com cincunflexo: vêm: como viria o monumento.
meu amigo fabuloso, me joga pra cima, e me chama de panqueca!
sim com cincunflexo: vêm: como viria o monumento.
meu amigo fabuloso, me joga pra cima, e me chama de panqueca!
domingo, 10 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Daisy (23/03/09)
Eu quero assim: todos entrando em na minha vida, um por um. Estou apaixonado por isso de verdade; um observador de vidas através da minha lente de paneiro. Dei três presentes pra Daisy: 3 Cd´s de música paraense, que ela gosta; o cantor favorito é o Nilson Chaves mas ela também gosta dos Beatles; coleciona vinis e gosta de antigüidades. Conversamos sobre a vida, pra nos conhecer um pouco, coisas rasas, mas que vão mais abaixo da areia da praia, na cerne do mar. Senti uma coisa diferente, um sentir respeito que eu quero ter por todas as pessoas do mundo sem me ferir. Consigo? Sei que isso sim me torna uma pessoa melhor (minha mãe é isso quando pode) apesar de todo o contexto me dizer o contrário. Não digo que vou ter uma relação de extrema cumplicidade e compadecimento com o mundo, ou mesmo que vou me tornar um grande amigo do mesmo: mas só tentar entender de onde vem essa(s) pessoa(s), por que ela(s) é/são assim, por que ela(s) é frito, por que gosta de música isso, por que ainda sofre por um corte, por que ela merece ser respeitada pelo que é, e por que eu também mereço isso?
Hoje foi dia de tentar aprender mais do que eu costumo aprender com livro.
Hoje foi dia de tentar aprender mais do que eu costumo aprender com livro.
sexta-feira, 20 de março de 2009
antes
Quando eu era pequeno me orgulhava de conseguir colocar o pé em cima da geladeira, que era pequena como eu. Pulava de cima da escada em cima dum bando de almofadas que eu e meu irmão colocávamos no chão. A escada era grande como um edifício, mas eu pulava. Não sei mais se pularia hoje, por que antes, dentro de mim, não tinha bolha de sabão, e eu caía de vez, sem flutuar. Já hoje acho que eu flutuaria por essa bolha e daria tempo de sentir medo, provavelmente por agora ter que pular só.
sábado, 14 de março de 2009
Como é bom ter amigos
Clarisse:
Para Icaro!
Béns Icaro!
Ê!
Enfim, sempre achei que tu e o Elton Sinimbu foram as duas pessoas mais importantes da minha vida, acho que é coisa do dia 13 mesmo.
Te amo até o caralho dizer "CHEGA! CHEGA CLARISSE DESSE AMOR!"
Enquanto as vezes tu ficas tristinho, com vontade de chorar, sente saudade e culpa, eu penso em como deve ser muito louco ser tu. Não queria ser tu só por que ser eu é indescritívelmente maravilhoso, :)
Mas se eu não poudesse ser eu, seria tu. Na verdade se eu tentaria ser a Aracélia e se não desse, seria tu SELADO.
caralho Icaro, te amo cara, é isso. Nem tem nada que eu fale pra te impressionar, só se tu não me conhecesse bem.
Acordei com uma vontade de fazer alguma coisa que faça a diferença no teu dia, mas porra, depois pensei: Tenho tanta dívida, pra que eu vou gastar dinheiro que eu suo na passarela pra ganhar?
Que valha a intenção.
As vezes eu queria mais intimidade do que isso, mas acho que aquele beijo na LUX foi o bastante, Ê."
Para Icaro!
Béns Icaro!
Ê!
Enfim, sempre achei que tu e o Elton Sinimbu foram as duas pessoas mais importantes da minha vida, acho que é coisa do dia 13 mesmo.
Te amo até o caralho dizer "CHEGA! CHEGA CLARISSE DESSE AMOR!"
Enquanto as vezes tu ficas tristinho, com vontade de chorar, sente saudade e culpa, eu penso em como deve ser muito louco ser tu. Não queria ser tu só por que ser eu é indescritívelmente maravilhoso, :)
Mas se eu não poudesse ser eu, seria tu. Na verdade se eu tentaria ser a Aracélia e se não desse, seria tu SELADO.
caralho Icaro, te amo cara, é isso. Nem tem nada que eu fale pra te impressionar, só se tu não me conhecesse bem.
Acordei com uma vontade de fazer alguma coisa que faça a diferença no teu dia, mas porra, depois pensei: Tenho tanta dívida, pra que eu vou gastar dinheiro que eu suo na passarela pra ganhar?
Que valha a intenção.
As vezes eu queria mais intimidade do que isso, mas acho que aquele beijo na LUX foi o bastante, Ê."
sexta-feira, 13 de março de 2009
Esboço de cena
O jogo é criar uma cena, com base numa história contada pelo outro, em dupla, o porém é
que a história tem que ser recontada o mais teatralmente possível, com a nossa criação. Nos escolhemos Eu e Ivanilde, uma nova colega de curso, educadora, que trabalha com arte-educação e em projetos em comunidades carentes da cidade. Aí vai um esboço de cena porque eu tive um 'pir' agora, e não quero perder essa idéia. Me dêem sugestões!
(Cena ainda indefinida quanto à elementos cênicos e movimentação)
EU: Mãe da Ivanilde tinha oito filhos: Ivanilde, Gangorra, Cipó, Bracelete, Bromélia, Astúcia, Liturgia e Bondia. A mais velha é a Ivanilde, mas podem chamá-la de Nilde. Ela foi a única que nasceu na terra, os outros filhos nasceram todos de dentro do rio, entre o pixé e o encontro, dentro de um barco que viajava de vez em quando pra uma tribo chamada Pupunhaçú. O barco só desaportou sete vezes, e nas sete nasceram os 7 filhos da mãe da Nilde. A Nilde foi a única que nasceu na terra.
Esse foi o 'pir' só falta o 'limpimpim'!
que a história tem que ser recontada o mais teatralmente possível, com a nossa criação. Nos escolhemos Eu e Ivanilde, uma nova colega de curso, educadora, que trabalha com arte-educação e em projetos em comunidades carentes da cidade. Aí vai um esboço de cena porque eu tive um 'pir' agora, e não quero perder essa idéia. Me dêem sugestões!
(Cena ainda indefinida quanto à elementos cênicos e movimentação)
EU: Mãe da Ivanilde tinha oito filhos: Ivanilde, Gangorra, Cipó, Bracelete, Bromélia, Astúcia, Liturgia e Bondia. A mais velha é a Ivanilde, mas podem chamá-la de Nilde. Ela foi a única que nasceu na terra, os outros filhos nasceram todos de dentro do rio, entre o pixé e o encontro, dentro de um barco que viajava de vez em quando pra uma tribo chamada Pupunhaçú. O barco só desaportou sete vezes, e nas sete nasceram os 7 filhos da mãe da Nilde. A Nilde foi a única que nasceu na terra.
Esse foi o 'pir' só falta o 'limpimpim'!
quinta-feira, 12 de março de 2009
Diário de Bordas
Faltam 10 minutos pra um mal irreversível acontecer: o 20! Mudança de dígito!
(Mais calma impossível)
(Mais calma impossível)
quinta-feira, 5 de março de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)