segunda-feira, 26 de maio de 2008

Clima

Eu já tô ficando muito irritado com esse "calor desértico x chuva torrencial" dessa cidade...acho que é maldição

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Alice e o Gato


Alice então diz "Mas eu não quero ver gente maluca!".
Mestre-Gato retruca: - Oh! Não pode evitar, tudo aqui é maluco..haha..
E conclui, já desaparecendo: Você não notou que eu não estou mais lá do que aqui?


Alice encontra um gato e pergunta: Como posso sair daqui?
O gato respondeu: Isso depende muito de para onde você quer ir.
Alice explica: Não quero ir para lugar nenhum. Apenas, sair daqui.
O gato retruca: Se você não vai para lugar nenhum, qualquer direção serve."

quinta-feira, 15 de maio de 2008

CD´s que eu tenho ouvido bastante ultimamente:
Velocifero, do Ladytron; Silent Shout, do Knife; Let´s Get out of this country, do Camera Obscura; Violence is Golden, dos Scanners; Sha sha, do Ben Kweller e o CSS do cansei de ser sexy. Recomendo.

Sibila

O que há de mais certo e mais consumado do que uma profecia?
E quando se trata de Sibila, e quando se vem do mar, do vento, da embarcação Troiana chegando à praia Helena, a anunciação torna-se mais certa do que o próximo segundo. Este segundo. (Que ainda assim é duvidoso quanto a sua certeza e existência)
Para o aonde tu vais? Quando vai curvar a península itálica, como se curva o braço vencido? Ela sabe. E ao saber impulsiona o futuro trágico cuspindo-o pelo próprio palato. Não por que ela quer, ou acredita que isso seja plausível - ela sofre por trazer consigo a talvez desgraça, ou talvez aventura - mas por que assim lhe foi mandado, por quem ninguém sabe, mas assim acreditam todos.
Eu existo em alguém que é um pouco essa sacerdotisa, e tenho medo, pois da sua gôndola já cruzou o meu nome, e o nome de meio mundo conhecido; e se talvez for cuspido o trágico da chegada do mar à terra mais uma vez, certamente não há de ser sonhado o sonho da noite passada.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Let´s get Physical

Não sou estético, mas também não sou burro.
Hoje acordei às 4:00 da manhã, lavei a louça ouvindo uma música esbelta por isso tomei coragem (mais vergonha que coragem) e resolvi mexer minhas articulações de uma forma frenética: alonguei, fiz 100 abdominais (quase chorei), 50 polichinelos, e agora, a prova de que meu pulmão ainda tem uma chance de sobrevivência: dei duas voltas correndo sem parar (juro por cristo) aqui no conjunto, que tem 30 alamedas, ou seja, corri 60 quarteirões...bom queria acrescentar que ZzZZzzzZzzzzZzZZzzzz

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Semiótica 'da Galinha'

O importante e válido de um curso de letras é a infinidade de assuntos e textos que a gente pode analisar e ter contato.
Nas aulas de Quarta feira eu tenho contado com uma disciplina fantástica chamada Análise do Discurso: estamos estudando Semiótica textual, e adivinhem qual texto estamos trabalhando? A Galinha dos saltimbancos.
Passei a vida toda cantarolando 'quero dançar na onda, na crista da Onda' sem saber que a coitada da Galinha afinal das contas estava fugindo do trabalho escravo pra se tornar cantora. Tudo bem, não é uma interpretação assim tão literal, e eu também nunca tinha parado pra analisar tudo. A Sofia adora essa música, eu poderia muito bem explicar toda essa problemática mas infelizmente eu não sou um cuzão.
Vou trabalhar nessa música e talvez eu escreva algumas coisas sobre...agora tô morrendo de sono.

domingo, 4 de maio de 2008

Domingo

Talvez a minha tristeza seja ter muito o que dizer, mas essa tristeza não ser o bastante pra me explodir em palavras. Esse é o espírito do domingo...

quarta-feira, 23 de abril de 2008

(Sem título)

A festa foi um sucesso! (Que festa?!...)
Apesar de estar com o pé mais ou menos parecido com uma beringela - principalmente os dedões que tiveram suas unhas empenadas pelo tênis horrível que eu tive a desgraça de ter calçado - eu tô feliz. A vida aos poucos vai voltando ao normal. Isso é bom.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Ciúmes

Quem é Miguel? Por que ele pode correr e se espatifar em ti, e eu não? Por que os olhos tristes dele não se parecem com os meus?
Isso é ciúme de cronismo, acredito só tê-lo dentro desse papel; acuado, e até gostoso. Por que fora eu sou fera: e fera sabe que a presa amiga está bem debaixo das suas garras.
Mesmo assim quero saber quem é Miguel, quero sondá-lo, rir pra ele, quero assistir o verdadeiro que tu dizes existir nos olhos dele; esse espetáculo grandioso parido homem pela mãe natureza. E talvez apostar com ele pra ver quem corre mais depressa por cima de ti.

Não, isso não vai ficar assim.
Vou te reparar melhor para que a presa que está presa nas minhas garras não possa, de jeito nenhum, correr por aí, nem fitar os olhos desse tal Miguel, que talvez seja eu.

(Resposta instantânea para uma crônica da minha melhor amiga. Inspiração igualmente instantânea e sentimento momentâneo...fictício)

sexta-feira, 11 de abril de 2008

- Quando tu vais?
- Vou quando der.
- E a volta? Vais voltar?
- Não, eu nunca volto... o fim da minha rua, o pátio do colégio, e o porão não são mais os mesmos. Eu não volto pra lugares que não são mais meus. Tu voltarias pra um lugar que não é mais teu?
- Não. Eu nem olho mais pra trás.

(...)

Nó

Tem pessoas que tem dúvidas sobre mim: eu vou existindo por aí, e o que acontece comigo é acaso.
Não costumo procurar ninguém se eu não estiver sentindo que eu deva. É patético, mas é assim.

Mas eu também sinto saudades, e às vezes elas até dão nó-de-marinheiro no meu Navio de Guerra. Eu só não procuro desfazer esse nó, por quê (como ninguém se dá conta) é cansativo pra mim também.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Tô com saudade

domingo, 6 de abril de 2008

Aliócha

Aliócha se fez forte no primeiro momento em que veio pra mim, por que se afastar da mãe é difícil pra todos. (Mas é necessário)
Depois de um tempo, e de alguns cafunés, ele foi se acalmando e eu nem precisei mais fechar a tampa da caixa de sapatos. Agora ele tá dormindo, ainda na caixa, aqui na frente da casa. Acho que vamos nos dar bem.

Quero ver a cara da Sofia quando ela chegar, e a da mamãe também: "Não quero gato dentro de casa"...essa daí é outra que depois de um tempo amolece depois de alguns cafunés.