Esse disco do caetano é bom né?
Não. Não melhor do que levar uma boa sova na cama. Esse papo de Triste Bahia...Bahia é araketu, caralho!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Hora vaga
Faz tempo que eu não tenho tempo. É que fica mais difícil fingir que se está a sanar o que é irremediável. Eu estou cansando!... mas por enquanto ainda estou por aqui por essas alamedas: fingindo, também, que perdi certos vícios e que agora acumulo virtudes que nem são tão novas assim. Eu, eu, eu.
Olha
Tem um inseto tentando fazer de uma fresta de parede a sua casa e eu aqui reclamando de tempo...
E o que é tempo num lugar onde não existe momento?
Vou morrer sem saber...I'Eu choro.
Olha
Tem um inseto tentando fazer de uma fresta de parede a sua casa e eu aqui reclamando de tempo...
E o que é tempo num lugar onde não existe momento?
Vou morrer sem saber...I'Eu choro.
domingo, 17 de agosto de 2008
Gatos
Se eu fosse Deus todos os gatos seriam imortais: E quando a terra ficasse tão cheia deles que saísse de órbita, eu transformaria cada um deles em um planeta cintilante dentro dos olhos de outro gato, pra ficar circulando feito novelo novelo de lã nos cabelos de outro Deus qualquer. O primeiro planeta seria Aliócha: o planeta da saudade. Seria sombrio e de vez em quando até nasceria algo: uma janela, uma cama, um surto ou até mesmo uma caixa de papelão. Tudo muito efêmero... talvez Aliócha fosse o planeta mais parecido com o meu planeta...e eu teria saudade disso de qualquer forma.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Clima
Eu já tô ficando muito irritado com esse "calor desértico x chuva torrencial" dessa cidade...acho que é maldição
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Alice e o Gato
Alice então diz "Mas eu não quero ver gente maluca!".
Mestre-Gato retruca: - Oh! Não pode evitar, tudo aqui é maluco..haha..
E conclui, já desaparecendo: Você não notou que eu não estou mais lá do que aqui?
Alice encontra um gato e pergunta: Como posso sair daqui?
O gato respondeu: Isso depende muito de para onde você quer ir.
Alice explica: Não quero ir para lugar nenhum. Apenas, sair daqui.
O gato retruca: Se você não vai para lugar nenhum, qualquer direção serve."
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Sibila
O que há de mais certo e mais consumado do que uma profecia?
E quando se trata de Sibila, e quando se vem do mar, do vento, da embarcação Troiana chegando à praia Helena, a anunciação torna-se mais certa do que o próximo segundo. Este segundo. (Que ainda assim é duvidoso quanto a sua certeza e existência)
Para o aonde tu vais? Quando vai curvar a península itálica, como se curva o braço vencido? Ela sabe. E ao saber impulsiona o futuro trágico cuspindo-o pelo próprio palato. Não por que ela quer, ou acredita que isso seja plausível - ela sofre por trazer consigo a talvez desgraça, ou talvez aventura - mas por que assim lhe foi mandado, por quem ninguém sabe, mas assim acreditam todos.
Eu existo em alguém que é um pouco essa sacerdotisa, e tenho medo, pois da sua gôndola já cruzou o meu nome, e o nome de meio mundo conhecido; e se talvez for cuspido o trágico da chegada do mar à terra mais uma vez, certamente não há de ser sonhado o sonho da noite passada.
E quando se trata de Sibila, e quando se vem do mar, do vento, da embarcação Troiana chegando à praia Helena, a anunciação torna-se mais certa do que o próximo segundo. Este segundo. (Que ainda assim é duvidoso quanto a sua certeza e existência)
Para o aonde tu vais? Quando vai curvar a península itálica, como se curva o braço vencido? Ela sabe. E ao saber impulsiona o futuro trágico cuspindo-o pelo próprio palato. Não por que ela quer, ou acredita que isso seja plausível - ela sofre por trazer consigo a talvez desgraça, ou talvez aventura - mas por que assim lhe foi mandado, por quem ninguém sabe, mas assim acreditam todos.
Eu existo em alguém que é um pouco essa sacerdotisa, e tenho medo, pois da sua gôndola já cruzou o meu nome, e o nome de meio mundo conhecido; e se talvez for cuspido o trágico da chegada do mar à terra mais uma vez, certamente não há de ser sonhado o sonho da noite passada.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Let´s get Physical
Não sou estético, mas também não sou burro.
Hoje acordei às 4:00 da manhã, lavei a louça ouvindo uma música esbelta por isso tomei coragem (mais vergonha que coragem) e resolvi mexer minhas articulações de uma forma frenética: alonguei, fiz 100 abdominais (quase chorei), 50 polichinelos, e agora, a prova de que meu pulmão ainda tem uma chance de sobrevivência: dei duas voltas correndo sem parar (juro por cristo) aqui no conjunto, que tem 30 alamedas, ou seja, corri 60 quarteirões...bom queria acrescentar que ZzZZzzzZzzzzZzZZzzzz
Hoje acordei às 4:00 da manhã, lavei a louça ouvindo uma música esbelta por isso tomei coragem (mais vergonha que coragem) e resolvi mexer minhas articulações de uma forma frenética: alonguei, fiz 100 abdominais (quase chorei), 50 polichinelos, e agora, a prova de que meu pulmão ainda tem uma chance de sobrevivência: dei duas voltas correndo sem parar (juro por cristo) aqui no conjunto, que tem 30 alamedas, ou seja, corri 60 quarteirões...bom queria acrescentar que ZzZZzzzZzzzzZzZZzzzz
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Semiótica 'da Galinha'
O importante e válido de um curso de letras é a infinidade de assuntos e textos que a gente pode analisar e ter contato.
Nas aulas de Quarta feira eu tenho contado com uma disciplina fantástica chamada Análise do Discurso: estamos estudando Semiótica textual, e adivinhem qual texto estamos trabalhando? A Galinha dos saltimbancos.
Passei a vida toda cantarolando 'quero dançar na onda, na crista da Onda' sem saber que a coitada da Galinha afinal das contas estava fugindo do trabalho escravo pra se tornar cantora. Tudo bem, não é uma interpretação assim tão literal, e eu também nunca tinha parado pra analisar tudo. A Sofia adora essa música, eu poderia muito bem explicar toda essa problemática mas infelizmente eu não sou um cuzão.
Vou trabalhar nessa música e talvez eu escreva algumas coisas sobre...agora tô morrendo de sono.
Nas aulas de Quarta feira eu tenho contado com uma disciplina fantástica chamada Análise do Discurso: estamos estudando Semiótica textual, e adivinhem qual texto estamos trabalhando? A Galinha dos saltimbancos.
Passei a vida toda cantarolando 'quero dançar na onda, na crista da Onda' sem saber que a coitada da Galinha afinal das contas estava fugindo do trabalho escravo pra se tornar cantora. Tudo bem, não é uma interpretação assim tão literal, e eu também nunca tinha parado pra analisar tudo. A Sofia adora essa música, eu poderia muito bem explicar toda essa problemática mas infelizmente eu não sou um cuzão.
Vou trabalhar nessa música e talvez eu escreva algumas coisas sobre...agora tô morrendo de sono.
domingo, 4 de maio de 2008
Domingo
Talvez a minha tristeza seja ter muito o que dizer, mas essa tristeza não ser o bastante pra me explodir em palavras. Esse é o espírito do domingo...
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